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88% dos participantes de pesquisa do Senado defendem registro compulsório do câncer

 

Fonte: Senado Federal

Fonte: Senado Federal

09/11/2017

O Senado Federal realizou, durante todo o mês de outubro, uma enquete na internet em que avaliou a opinião da sociedade civil a respeito dos Projetos de Lei 8470/2017 e 8478/2017 que tramitam no legislativo federal sobre o registro compulsório do câncer. A maioria dos respondentes (88%) manifestou opinião favorável às propostas.

Os projetos de lei visam melhorar o monitoramento dessa política pública de saúde, bem como reduzir o tempo de espera para o início do tratamento de pessoas com câncer. Para 83% dos respondentes, a aprovação do projeto trará melhora no monitoramento da política pública contra o câncer, enquanto 12% consideram que, com a medida, esse monitoramento irá permanecer igual (9%) ou piorar (3%).

Quanto ao tempo de espera para iniciar o tratamento de pessoas com câncer, 55% dos internautas consideram que esse tempo de espera irá diminuir. Por outro lado, 32% acreditam que o tempo de espera para o início desse tratamento irá aumentar (19%) ou irá permanecer igual (13%), caso as proposições sejam aprovadas. O montante de 215 pessoas respondeu a enquete durante 1º e 31 de outubro no site do Senado Federal. Veja abaixo os resultados.

O registro compulsório do câncer
Essa forma de registro compulsório é uma luta da FEMAMA frente à dificuldade em registrar dados fidedignos de incidência e mortalidade sobre o cenário oncológico no Brasil. A adoção da notificação obrigatória da doença trará dados fundamentais para a melhoria da gestão de recursos da saúde pública e agilizará o diagnóstico e o tratamento do câncer no país, facilitando a fiscalização do cumprimento da Lei dos 60 Dias.

Hoje o sistema que deveria registrar e monitorar o cumprimento da lei, o SISCAN, não está funcionando por completo. Os registros coletados nacionalmente pelo sistema nos últimos três anos equivalem a apenas 10% da estimativa de novos casos de câncer esperados para 2016.

Desde o ano passado, a FEMAMA e suas ONGs associadas vêm debatendo o assunto e realizando ações para que essa notificação se torne parte das políticas públicas de saúde brasileira.


Com informações de DataSenado, 08/11/2017

  • Fonte: Senado Federal
  • Fonte: Senado Federal
  • Fonte: Senado Federal

 


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