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Femama e American Cancer Society realizam evento em Fortaleza

 

29/06/2012

A Femama realizou, entre os dias 27 e 30 de junho, sua quarta capacitação anual, que este ano teve como sede a cidade de Fortaleza, no Ceará. O evento “Dando voz ao Movimento de Câncer de Mama” é uma parceria com a American Cancer Society (ACS), principal entidade voluntária dedicada ao combate ao câncer no mundo, e reuniu mais de 40 ONGs associadas da Femama no Brasil, além de representantes da ACS na América Latina.

Com a proposta de aprofundar os conceitos de advocacy, mobilização social e a atuação das ONGs associadas em todo o País, o encontro discutiu projetos, políticas públicas, tecnologia e acesso ao diagnóstico e tratamento de pacientes com câncer de mama.

A escolha do Estado para sediar a capacitação não poderia ter sido diferente. O Ceará se destaca no País por ter uma Promotoria de Defesa da Saúde Pública atuante e um Comitê Estadual de combate ao câncer. “Estamos muito felizes pela escolha de Fortaleza para a realização do encontro em 2012. Essa é uma oportunidade de compartilharmos novas ideias e projetos, o que fortalece cada ONG e a rede Femama como um todo”, avaliou Clebia Dantas Bezerra, presidente da ONG Rosa Viva, do Ceará.

“A Femama vem crescendo e tendo muitas conquistas importantes nos últimos anos. O grande propósito é trabalhar em união, cada um com seu sotaque e realidade local”, ressaltou Gustavo Azenha, gerente dos programas da American Cancer Society no Brasil e integrante do Global Health Department da ACS.


Uma causa única

Isabel d’Avila, coordenadora do projeto Advocacy da Femama, ressalta que a atuação da entidade está alinhada a estratégias de mobilização social, fortalecimento da classe médica e fortalecimento de políticas públicas, para incidir no poder legislativo e nos atores das leis. “O câncer de mama está junto com outros movimentos das mulheres e da sociedade civil, o que fortalece nossa causa ainda mais”, disse.

Para Adriana Bacci, da ACS , os encontros vêm amadurecendo a cada ano. “Esse espaço fomenta uma maior capacidade de enfrentamento ao câncer de mama. É uma forma de estimular a interlocução mais efetiva com o poder público, para a criação de leis e políticas públicas de combate à doença”, avaliou.

“Encontros como esse, onde a gente faz a interseção dos nossos movimentos, só fortalecem nossas ideias”, completou a palestrante Conceição de Maria, do Instituto Maria da Penha, ONG sem fins lucrativos que visa contribuir para conscientização das mulheres sobre os seus direitos e o fortalecimento da Lei Maria da Penha.

 "O encontro é extremamente positivo para nós do terceiro setor por abrir um espaço para discutirmos as ações e projetos de advocacy e comunicação e alinharmos metas de enfrentamento ao câncer de mama. Mas para a população representa uma ferramenta de luta que vai ao encontro das esferas sociais, do setor de saúde e do poder público.”, completou Maira Caleffi, médica mastologista presidente da Femama.


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