Ainda repercute de forma negativa a recente informação de que a Saúde vai perder R$ 5,47 bilhões do orçamento definido para 2012. A notícia, divulgada no final de fevereiro, jogou um verdadeiro balde de água fria em centenas de entidades ligadas à área, como a própria Femama, assim como em toda a comunidade brasileira. Isso porque, em 20 de janeiro, o Ministério da Saúde comemorava que o orçamento para a Saúde teria neste ano o seu ?maior aumento nominal?, desde a aprovação da Emenda 29, em 2000. Ou seja, a receita passaria dos R$ 78,5 bilhões obtidos em 2011 para R$ 91,7 bilhões no decorrer desse ano. Agora, os números serão reduzidos.

O que esperamos é que o Ministério consiga arcar com seus compromissos, com responsabilidade e competência, e que a população não seja ainda mais prejudicada. Afinal, sabemos que o Brasil tem capacidade de melhorar o atendimento à saúde, reduzindo o tempo entre o diagnóstico e início do tratamento do câncer de mama, por exemplo. O que, sem dúvida, aumentaria significativamente as chances de cura, contribuindo de forma incontestável para a manutenção de milhares de vida, por ano. E é isso que a Femama defende: a vida!